Próximas semanas serão cruciais para determinar a capacidade de retomada das empresas


Segundo pesquisa divulgada pela empresa de consultoria Deloitte, a primeira semana de julho marcou a entrada na fase de recuperação da crise.


A primeira fase, da resposta, englobou governança de crise, gestão de pessoas, impactos financeiros, cadeia de suprimentos, clientes e receitas e tecnologias e meios digitais. Foram os ajustes praticados pelas companhias, organizando-se para uma nova capacidade de geração de caixa.


A partir de julho, o início da fase da recuperação: as empresas estão adequadas a uma nova capacidade de geração de caixa, desenhada para fazer frente ao endividamento pré-crise e manter em pé as operações remodeladas.


O grande desafio serão os momentos de abre e fecha. Isto porque, nas idas e vindas da atividade econômica, os negócios demonstrarão sua resiliência. Quem conseguir equilíbrio, passará pela tormenta. Quem não, tenderá à ampliação da decadência e ao agravamento da crise.


Esse período compreende todo segundo semestre de 2020.

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